segunda-feira, 16 de julho de 2018

Festival Interfoto Itu 2018

Festival que acontece em Itu-SP conta com diversas atividades relacionadas com a fotografia por toda a cidade.


Quem ama fotografia deve acompanhar a programação que está sendo preparada em Itu. Acontece de 19 a 22 de julho a 5ª edição do Festival de Fotografia Interfoto Itu, que promove palestras, oficinas, exposições e debates sobre fotografia.

Neste ano, o festival contou com 2 convocatórias com os temas “Avis Anima” e “Roda da Vida” contemplando a preservação de espécies e a fotografia criativa, o resultado das convocatórias poderá ser visto em exposição na Fábrica São Luiz.

Além das exposições das convocatórias o festival conta com  mais de 20 outras exposições, como: "Transitório" - Fotoclube Bulb f/22; "60 anos de jornalismo" -Sergio Jorge; "Brasil de hoje" - Associação Fototech; "São Paulo século XXI" - Biblioteca Mario de Andrade, entre outras.



Workshops e palestras também acontecerão durante todo o evento, contando com participação de vários nomes da fotografia: José Bassit, Cristiano Mascaro, Marcelo Greco, João Paulo Krajevski, Carlos Rincón, Clício Barroso, Alexandre Keese,  Carlos Nascimento, Marcos Varanda,  Rodrigo Zugaib, André De Oliveira, Yago Moreira, entre outros.

A Canon do Brasil, como uma patrocinadora do evento, forneceu tinta para impressão de todas as imagens das diversas exposições que acontecerão nos dias de InterFoto; e contará com um espaço dedicado à impressão com uma impressora de Grande Formato Canon em funcionamento.

O InterFoto Itu está em sua quinta edição e tem como principal objetivo discutir os principais desafios sobre fotografia, além de expandir o diálogo sobre o tema no interior paulista, importante região para a história da fotografia nacional. Além das exposições, o evento também realizará happy hour com fotógrafos e atividades gratuitas.


As atividades são centralizadas na Fábrica São Luiz, mas também estarão presentes no Museu da Energia, na Casa Da Praça, na Fundação Marcos Amaro, nas praças e becos do centro da cidade.

Nós do Além do Olhar também estaremos por lá, nos vemos em Itu!

InterFoto Itu 2018

Quando: de 19 a 22 de julho
Onde: Fábrica São Luiz
Endereço: Rua Paula Souza, 492, no Centro de Itu
Entrada: gratuita

Veja a programação completa: InterFoto


sexta-feira, 13 de julho de 2018

O fim da Playboy no Brasil.

Em meio à várias acusações chega ao fim a revista Playboy Brasil.

A ultima edição da Playboy Brasil.

A revista Playboy não possui mais um versão brasileira. O contrato da publicação com a editora PBB Lta. foi rescindido no fim do ano passado. A revista termina sua trajetória com acusações contra o ex-diretor da editora PBB, Marcos Abreu. Ex-colaboradores e até a “Playboy” disseram que a marca criada por Hugh Hefner teria sido usada indevidamente.
A PBB adquiriu os direitos, antes da Editora Abril, em 2016. Há 3 meses, a publicação passou a ter uma única edição anual e passou a investir no segmento online.

A primeira edição Brasileira, devido à censura chamada Revista do Homem.

O diretor e produtor de ensaios Rafael Castro, que afirma ter sido contratado para a reformulação do site, diz ter sido enganado. As suas suspeitas começaram após a criação da plataforma Men Play, hospedada no site da revista, para a realização de ensaios com mulheres anônimas.


Os sites brasileiros, antes verificados pela revista, saíram fora do ar. A diretora da Playboy americana Hazel Thompson confirmou as investigações. “Estamos cientes de que o Men Play está infringindo nossa marca registrada e estamos tomando medidas legais para resolver a situação com o máximo de urgência”, afirmou Thomson.

A Playboy Brasil já tinha sido investigada no ano passado após denúncias de assédio sexual contra o vice-presidente da marca André Sanseverino. O caso culminou com o afastamento de Sanseverino da marca.

Ultima capa feita pela Editora Abril, que publicou a Playboy Brasil por 40 anos

Veja curiosidades e capas da Playboy Brasil.

A revista começou a ser editada no Brasil em agoste de 1975, pela editora Abril, que até o número 35 teve de se chamar Revista do Homem, por imposição da censura. Foi a partir da edição 36 de julho de 1978, com Debra Jo Fondren na capa, que passou a estampar o nome e o logotipo "Playboy". Em dezembro de 2015 a edição número 487, foi a última publicada pela Editora Abril. Em abril de 2016, a então recém criada editora PBB Entertainment lança a edição re-inaugural, com Luana Piovani na capa.

Primeira capa  publicada pela editora PBB Entertainment.

Textos sobre a revista Playboy


Olhando pelas várias capas estampadas na revista poderíamos analisar vários aspectos não só da fotografia brasileira dos últimos anos, mas até mesmo da nossa sociedade, como mudança nos padrões de beleza, moda, cirurgias plásticas,evolução das artes gráficas,etc...

Grandes fotógrafos brasileiros já prestaram seus serviços à revista, como Bob Wolfenson, J.R. Duran, Marcio Scavone, Luis Crispino e muitos outros. Sendo assim a revista registra também uma parte da história da fotografia brasileira nos últimos anos.

Um final melancólico para uma revista que fez parte da história do país.

A ultima famosa a estampar a capa da Playboy Brasil.


Uma lista completa coma as capas da Playboy Brasil


Fontes: Uol, Folha, Midiamax

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Turismo e fotografia no Sesc-SP.

Sesc São Paulo promove seminário e passeios imersivos pela metrópole para que o território paulistano possa ser percebido com um outro olhar

Foto da série ‘Souvenirs’.

O Sesc São Paulo comemora, até dezembro de 2018, 70 anos de ações em Turismo Social. Nesse sentido, e por acreditar que a promoção de excursões e passeios deve caminhar em paralelo com as reflexões sobre os impactos gerados pelo turismo, a instituição promoverá, entre outras atividades programadas para todo o estado, o Seminário Internacional “Turismo e Direitos Num Mapa de Contradições” em 12 e 13 de junho, no Sesc 24 de Maio.

Além do seminário, haverá uma série de atividades associadas, com inscrições independentes. Dentre elas, estão programadas caminhadas pelo centro paulistano com acompanhamento de especialistas, buscando desenvolver novos olhares sobre a cidade (14 e 16 de junho, às 10h), saindo do Sesc 24 de Maio. Um desses tours é A Cidade e os Cortiços (14 de junho, saída às 10h do Sesc 24 de Maio) e o outro, Territórios Negros (16 de junho, saída às 10h do Sesc 24 de Maio).

A Avenida Paulista também acolherá outra caminhada (16 de junho, às 11h), dessa vez com o acompanhamento do fotógrafo Michael Hughes (Alemanha), autor da série ‘Souvenirs’, que utiliza das imagens de suvenires de viagens para provocar o público a refletir sobre um mundo em que as representações dos objetos costumam ser mais importantes do que sua realidade. No passeio, com saída do Sesc Avenida Paulista, o público fará imagens da avenida a partir da composição com suvenires ou cartões-postais que simbolizam o local.

Passeio fotográfico: Suvenires de São Paulo


Caminhada pela Avenida Paulista, acompanhada do fotógrafo Michael Hughes (Alemanha, autor da série ‘Souvenirs’. O público fará imagens da avenida a partir da composição com suvenires ou cartões-postais que simbolizam o local. Após a caminhada, o grupo se reunirá para compartilhar e comentar as imagens produzidas. Inclui acompanhamento de guia bilíngue credenciado no MTur. Saída no sábado, 16 de junho, das 11h às 17h (intervalo para almoço entre 13h e 14h), do Sesc Avenida Paulista. Para participar é necessário levar uma câmera fotográfica (profissional, simples ou de celular). Retirada de ingressos com 1h de antecedência.

Caminhadas e vivências pelo centro de São Paulo com pesquisadores do Coletivo Pisa: cidade + pesquisa.
O Pisa é um coletivo de pesquisadores articulados em rede que investigam a cidade para a criação de atividades, publicações e ações de caráter educativo e social. A partir dos mais diversos temas – direitos humanos, urbanismo, arquitetura, entre outros –, utilizam a cidade como objeto da pesquisa e reinserem essa apuração na metrópole, a fim de fomentar discussões, interpretações e pensamento crítico sobre o território paulistano.

A Cidade e os Cortiços


14 de junho, saída às 10h do Sesc 24 de Maio. Retirada de ingressos com 30 minutos de antecedência

O cortiço foi, historicamente, a forma de moradia popular na região central. O percurso mostra os territórios marcados por essa tipologia e as dificuldades de permanência dessa população, desde o levantamento dos cortiços de Santa Ifigênia em 1893 até os dias atuais. Com Giovanna Fluminhan, integrante do Coletivo PISA, estudante de Arquitetura e Urbanismo pela USP, pesquisadora sobre lugares de memória em São Paulo desde 2013

Territórios Negros


16 de junho, saída às 10h do Sesc 24 de Maio. Retirada de ingressos com 30 minutos de antecedência

Embora em grande medida invisível, a memória negra permeia todo o espaço do centro paulistano. O percurso problematiza a ideia dos quilombos urbanos e descobre espaços negros do passado. Mostra como a nomeação das ruas da cidade traz narrativas brancas e dominantes sobre o passado e o presente, realizando uma ponte com espaços negros da contemporaneidade.

Com Patrícia Oliveira, licenciada em História (UNICSUL), bacharel em Biblioteconomia (USP) e mestranda em Ciências Humanas e Sociais pela Universidade Federal do ABC (UFABC). Atua com acervos e pesquisa e estuda lugares de memória relacionados à negritude na cidade de São Paulo e faz parte do Coletivo PISA.

Mais informações no site: SESC-SP


sexta-feira, 20 de abril de 2018

Maio Fotografia no MIS 2018

Maio é o mês da fotografia no Museu da Imagem e do Som de São Paulo.


Anualmente, o Museu da Imagem e do Som dedica um espaço na agenda de programação para exposições exclusivamente de fotografias com obras de artistas nacionais e internacionais. A mostra Maio Fotografia no MIS 2018 fica em cartaz de 21 de abril a 17 de junho e apresenta cinco exposições:

Sandro Miller | Arthur Sasse _ Albert Einstein Sticking Out His Tongue (1951), 2014

Malkovich, Malkovich, Malkovich:
Homenagem aos mestres da fotografia é o resultado da parceria do fotógrafo Sandro Miller com o ator John Malkovich. Em 2013, Sandro Miller iniciou este projeto, que recria diversas fotografias icônicas para homenagear artistas que foram referência ao longo de sua carreira, entre eles, Annie Leibovitz, Bert Stern, Diane Arbus, Dorothea Lange e Robert Mapplethorpe. O MIS é a primeira instituição da América Latina a receber a mostra.

José Oiticica Filho | Um que passa, 1949

JOF apresenta a obra pioneira de José Oiticica Filho, marco na fotografia moderna brasileira. Dentre sua produção se destacam as microfotografias científicas feitas durante seu trabalho como entomologista, a forte atuação nos movimentos cineclubistas, a quebra com o pictorialismo, os experimentos com a abstração, as composições geométricas e as recriações fotográficas a partir de manipulação de negativos.

Walter Carvalho | Carnaval reverso trança branca

Retraço
é um amplo panorama da obra de Walter Carvalho, reunindo imagens produzidas ao longo de quase cinquenta anos. Mais do que ensaios temáticos, estas fotografias são narrativas abertas a partir de suas continuidades e contrastes.

Uma exposição com obras do Acervo MIS - Era preciso esperar para saber - e outra da fotógrafa Olga Gaia, selecionada por meio da convocatória Nova Fotografia 2018, completam a programação.

Programação paralela


20.04 - Mobgraphia
No dia 20 de abril, às 19h, acontece o Festival mObgraphia 2018 , onde serão anunciados os cinco finalistas e o vencedor das categorias abertas (arte em mobgrafia, documental, paisagem, preto e branco, retrato e street), além dos três finalistas e o vencedor da categoria Ensaio, com o tema Água. A exposição com os finalistas e os vencedores das categorias do Festival promovido pela mObgraphia Cultura Visual fica em cartaz no Museu ao longo de todo o Maio Fotografia no MIS 2018.

21.04 - Abertura: Ciclo de conversas
15h | Conversa com Walter Carvalho  | Local: Auditório MIS (172 lugares)*
17h | Conversa com Ronaldo Entler (curador da exposição Acervo MIS: Era preciso esperar para saber) | Local: Auditório MIS (172 lugares)*

05 e 06.05 - Foto Feira Cavalete
Horário: Sábado, das 12h às 20h, e domingo, das 11h às 19h
Local: Área externa
Evento para amantes da fotografia, que reúne fotógrafos, galerias, editoras, selos independentes, artistas visuais e produtores. O objetivo é oferecer todo e qualquer objeto fotográfico: impressões, publicações, fotolivros, fotozines, livros de artistas, caixas de fotografias, fotos soltas e também roupas e serviços como impressão fine art, conservação de arquivos etc. A Foto Feira Cavalete é organizada pela DOC Galeria | Escritório de Fotografia.


26.5 - Ciclo de conversas
15h | Conversa com Sandro Miller | Local: Auditório MIS (172 lugares)


27.05 - Maratona Infantil - Maio Fotografia

Cursos de fotografia
O MIS está com inscrições abertas para cinco cursos de fotografia: Uma história social da fotografia (03 de maio a 28 de junho), Fotografia contemporânea (02 a 30 de maio), Fotografia de rua (03 de maio a 21 de junho), Fotografia para câmeras compactas e smartphones (14 a 28 de maio) e Fotografia de paisagens (4 a 18 de junho). Os alunos inscritos nestes cursos ganham um ingresso e participam de visita guiada pelo professor à exposição Maio Fotografia no MIS 2018.

SOBRE O MAIO FOTOGRAFIA NO MIS


Criado em 2012, o projeto Maio Fotografia no MIS dedica cerca de dois meses por ano à fotografia, com todos os espaços do Museu tomados por exposições, seminários e oficinas. Em suas seis edições figuraram importantes artistas, nacionais e internacionais, como André Kertész, Andy Warhol, Carlos Eber, Chico Albuquerque Claudio Edinger, Gregory Crewdson, Josef Koudelka, Martin Parr, Mauricio Lima, Valdir Cruz, Vivian Maier e Willy Ronnis.

Maio Fotografia no MIS 2018

exposição / fotografia
Data: de 21 abr a 17 jun 2018
ABERTURA: 21 de abril, às 14h | Entrada gratuita
HORÁRIOS: 12h-21h ter a sáb | 11h-20h dom e feriados
INGRESSOS: R$10 (inteira) e R$5 (meia) |Gratuito às terças

Compartilhe sua foto na exposição com #mis_sp

Fonte: MIS-SP

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Prêmio Pulitzer 2018

Anunciados os vencedores do Prêmio Pulitzer 2018

Um veículo passa em um grupo de manifestantes que marcham ao longo de uma rua do centro em Charlottesville no dia do Unite the Right, no sábado 12 de agosto de 2017.

A Universidade Columbia, em Nova York, anunciou os vencedores do prêmio de literatura, jornalismo e artes de maior prestígio nos Estados Unidos, o Prêmio Pulitzer.
O fotojornalista freelancer Ryan Kelly do The Daily Progress, Charlottesville, na categoria Breaking News Photography.

Uma imagem arrepiante que refletia os reflexos e a concentração do fotógrafo em captar o momento do impacto de um ataque de carro durante um protesto racialmente carregado em Charlottesville, Virgínia.

Ryan Kelly foi um fotojornalista do The Daily Progress em Charlottesville por quatro anos, de 2013 a 2017. O comício Unite the Right e suas consequências marcaram sua designação final no jornal, antes de ele e sua esposa se mudarem para Richmond. Kelly, 31, continua a cobrir notícias e esportes em Richmond e Charlottesville como freelancer.


Na categoria Feature Photography a premiação foi concedida ao staff de fotografia da Agência Reuters, pelas fotografias chocantes que expuseram o mundo à violência que os refugiados Rohingya enfrentaram ao fugir de Mianmar.



Conheça os vencedores do Pulitzer 2014 e seus trabalhos:



Fonte: Pulitzer.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

World Press Photo 2018

 A World Press Photo Foundation anunciou os resultados de seu 61º Concurso Mundial de Fotografia da Imprensa.

Fotógrafo venezuelano Ronaldo Schemidt ganha prêmio World Photo Photo of the Year

A World Press Photo Foundation anunciou os resultados de seus renomados concursos, o 61º Concurso Mundial de Fotografia da Imprensa e o 8º Concurso Digital de Contação de Histórias da World Press Photo, em sua premiação anual em Amsterdã.

The World Press Foto do Ano

A World Press Photo do Ano homenageia o fotógrafo cuja criatividade e habilidades visuais criaram uma imagem que captura ou representa um evento ou questão de grande importância jornalística no último ano.

O júri, presidido por Magdalena Herrera, atribui o prêmio á fotografia de Ronaldo Schemidt intitulado 'Venezuela Crisis' - que também ganhou o primeiro lugar na categoria Spot News Single. A imagem mostra como José Víctor Salazar Balza (28) em chamas em meio a violentos confrontos com a polícia de choque durante um protesto contra o presidente Nicolás Maduro, em Caracas, Venezuela. Salazar foi incendiado quando o tanque de gasolina de uma motocicleta explodiu. Ele sobreviveu ao incidente com queimaduras de primeiro e segundo grau. Schemidt (n. 1971) é fotógrafo da Agence France-Presse, com sede no México.

Magdalena Herrera, diretora de fotografia da Geo France e presidente do júri, disse sobre a escolha da World Press Photo of the Year:
"A foto do ano tem que contar um evento, isso é importante o suficiente, também tem que trazer perguntas ... tem que se engajar e tem que mostrar um ponto de vista sobre o que aconteceu no mundo este ano."

Ela descreve a fotografia vencedora:
“É uma foto clássica, mas tem uma energia instantânea e dinâmica. As cores, o movimento e é muito bem composto, tem força. Eu tenho uma emoção instantânea ...

O membro do júri Whitney C. Johnson, vice-diretor de fotografia da National Geographic, também acrescentou:
"É bastante simbólico, na verdade. O homem, ele tem uma máscara no rosto. Ele veio para representar não apenas a si mesmo e a si mesmo em chamas, mas uma espécie dessa idéia de queima da Venezuela."

O membro do júri Bulent Kiliç, principal fotógrafo da Turkey Agence France-Presse, também acrescentou:
“E há um pequeno detalhe na foto. Havia uma arma na parede. Ele lê "paz". Isso significa paz. Isso também faz com que essa imagem seja forte. ”

O membro do júri Eman Mohammed, fotojornalista, também acrescentou:
“Isso apenas dá a você a sensação de mais poder para as pessoas. Para os que falam."

Novo processo de divulgação este ano

A fundação anunciou os nomeados em cada categoria do Concurso de Fotografia, o Concurso de Contação Digital e os seis nomeados para o World Press Photo do Ano em 14 de fevereiro. Todos os vencedores, incluindo o World Press Photo do Ano, foram revelados no Awards Show em Amsterdã.




Concurso de Fotografia da Imprensa Mundial de 2018

O concurso é gratuito para entrar e fazer inscrições de todo o mundo: 4.548 fotógrafos de 125 países enviaram 73.044 imagens. Um total de 42 fotógrafos de 22 países foram premiados em oito categorias.

Um grupo de profissionais reconhecidos internacionalmente reuniu-se em Amsterdã para julgar todas as inscrições. O júri é independente e todas as inscrições foram apresentadas anonimamente. Um secretário sem direito a voto salvaguarda a imparcialidade do processo, que é explicado integralmente aqui . A equipe, a diretoria e os parceiros da World Press Photo Foundation não podem direcionar as decisões do júri.


Prêmios

O primeiro prêmio, o World Press Photo do Ano, traz um prêmio em dinheiro de 10.000 euros. Além disso, a Canon apresentou ao fotógrafo vencedor uma seleção de equipamentos de câmera.

Os indicados têm suas viagens e hospedagem pagas pela Fundação World Press Photo a Amsterdã para que possam participar do Show de Premiação e do World Press Photo Festival , um evento que acontece de 13 a 14 de abril com apresentações de fotógrafos, exibições e palestras. Eles também recebem um diploma e um Golden Eye Award no Show Awards.

Exposição de 2018

As fotografias premiadas são montadas em uma exposição que viaja para 100 locais em 45 países e é vista por mais de 4 milhões de pessoas por ano. As fotos vencedoras também são publicadas no anuário anual, disponível em vários idiomas. O primeiro World Press Photo Exhibition 2018 é aberto em De Nieuwe Kerk, Amsterdã, em 14 de abril de 2018. Saiba mais sobre a exposição em Amsterdã .


Concurso de Contação Digital de Histórias Mundiais da World Press de 2018


O Concurso de Contação Digital de Histórias premia aqueles que produzem as melhores formas de jornalismo visual possibilitadas pelas tecnologias digitais e pela disseminação da Internet. O concurso está aberto a contadores de histórias digitais, jornalistas visuais e produtores, com trabalhos que incluem o trabalho de um jornalista visual profissional.

Galeria de todos os indicados do 2018 Digital Storytelling Contest
Neste ano, 308 produções foram submetidas ao concurso: 149 Short Form, 63 Long Form, 68 Immersive Storytelling e 28 Innovative Storytelling. 12 produções foram nomeadas nas 4 categorias.

Prêmios

Nomeados em cada categoria são convidados para o World Press Photo Festival em Amsterdã. Um representante de cada uma das produções indicadas tem suas viagens e hospedagem pagas pela World Press Photo Foundation. Os vencedores de cada categoria recebem um diploma e um Golden Eye Award, apresentados durante o Show Awards. Os projetos premiados são reunidos em uma exposição que viaja para locais selecionados.

Sobre o World Press Photo Foundation

Somos uma plataforma global que conecta profissionais e audiências por meio de jornalismo visual confiável e narração de histórias, fundada em 1955, quando um grupo de fotógrafos holandeses organizou um concurso (“World Press Photo”) para expor seu trabalho a um público internacional. Desde então, o concurso tornou-se o concurso de fotografia de maior prestígio do mundo e, através do nosso bem-sucedido programa de exposições em todo o mundo, apresentamos a milhões de pessoas as histórias que importam.

A World Press Photo Foundation é uma organização sem fins lucrativos, criativa e independente, sediada em Amsterdã, na Holanda. Recebemos apoio da Loteria Postal Holandesa e somos patrocinados mundialmente pela Canon.

Fonte: World Press Photo Foundation 


terça-feira, 20 de março de 2018

Papo de estúdio 04.


segunda-feira, 19 de março de 2018

Feira Fotografar 2018 reúne o melhor do mercado fotográfico em São Paulo.

Maior evento de fotografia da América Latina acontece de 3 a 5 de abril no Centro de Convenções Frei Caneca


Anualmente, a Feira Fotografar movimenta o mercado fotográfico brasileiro reunindo as principais empresas do ramo e seus agentes. Iniciativa do Grupo FHOX, apresenta lançamentos para lojas de fotografia, laboratórios profissionais, estúdios, encadernadoras, fotógrafos profissionais, empresas de formatura e outros empreendimentos relacionados, como do segmento de software. Em 2018, o evento vai comemorar sua décima segunda edição. A visita à Feira Fotografar é gratuita e o credenciamento pode ser feito pelo site. A lista dos expositores também está disponível em www.feirafotografar.com.br.

Maior evento de fotografia e imagem da América Latina, a feira promove um grande encontro de empreendedores do universo da imagem brasileiro. São mais de 25 mil fotógrafos, empreendedores, lojistas, estúdio e empresários que se reúnem para encontrar soluções, fazer network, testar equipamentos e aproveitar as condições especiais do evento. Neste ano haverá muitas novidades. Entre elas, o lançamento oficial do “Movimento Imprimir” e outras duas inovadoras plataformas digitais que farão parte do Cameraclub 2.0, clube de vantagens da FHOX que traz descontos e muitos benefícios.


Movimento Imprimir – Em 2018, FHOX vai apresentar uma iniciativa de estímulo e cultivo da memória impressa. Uma causa que promete estimular o engajamento da indústria, dos laboratórios e das encadernadoras, além de fotógrafos e estúdios, na valorização da impressão fotográfica e da memória impressa.

Atividades educacionais - FHOX investe também na formação de quem atua na fotografia profissional. Em paralelo à feira ocorrem vários workshops. Ainda dentre as atividades pagas, destaque para o Congresso Fotografar que trará talentos nacionais e internacionais. No primeiro dia, a Superterça Casamento traz nomes como Ivan Cash, Tati Pinho, Gustavo Franco e Franck Boutonnet, para citar alguns. Já a Superquarta Família dará espaço a profissionais como Carol Pires, Grazi Ventura, David Gibson e Alain Laboile e, para fechar, na Superquinta Newborn destaque para Michael Stief e Ferreirinha, entre outros grandes profissionais.

Nas atividades gratuitas, o evento promove palestras do Sebrae-SP abordando questões empresariais e consultorias com especialistas da instituição, e o FHOX Talks (palestras de 20 minutos sobre os mais variados temas da fotografia profissional). Inúmeras empresas também promovem minipalestras e cursos gratuitos em seus estandes. A programação completa de todas essas atividades, pagas e gratuitas, está disponível em www.feirafotografar.com.br e também nas redes sociais.

Exposições e prêmios - Uma das grandes atrações da Fotografar é a exposição com os melhores álbuns de casamento do Brasil, o “Prêmio Wedding Best”. O grande vencedor será anunciado no primeiro dia do evento e ganha uma viagem para Nova York. Outras duas iniciativas são abertas à participação de fotógrafos e geram exposições que abrem durante o evento: o “Prêmio Newborn Brasil”, cuja exposição será no 1º e 3º andares do shopping.

História - A primeira edição da Feira Fotografar aconteceu em 2007, em São Paulo, e contou com mais de dez mil visitantes. Desde então, a Fotografar vem crescendo em quantidade de visitantes, de todo o Brasil e do exterior. Um dos seus diferenciais é o público altamente qualificado, com poder de decisão de compra e efetivamente gerador de negócios.


Feira Fotografar 2018


Centro de Convenções Frei Caneca
Rua Frei Caneca, 569 - Cerqueira César - São Paulo
De 3 a 5 de abril de 2018, das 13 às 20 horas

Credenciamento: Feira Fotografar 2018


sexta-feira, 16 de março de 2018

Festival de Fotografia de Tiradentes supera as expectativas

Edição deste ano contou com o trabalho de 200 fotógrafos e participação de 8 mil pessoas 


Entre os dias 7 e 11 de março, Tiradentes recebeu a 8ª edição do Festival de Fotografia da cidade. Ao todo, o evento envolveu o trabalho de 200 fotógrafos e contou com a participação de mais de 8 mil pessoas. Agora, a organização já começa a planejar o Festival de 2019, que deve contar com exposições e palestras inéditas.


Eugênio Sávio, organizador do evento, afirma que os números do Festival ficam robustos a cada ano. “Desde a primeira edição até o momento, já reunimos trabalhos de 666 fotógrafos em 65 exposições, lançamos 92 livros de fotógrafos e realizamos 87 palestras e 107 cursos e workshops. Todo esse esforço demonstra a importância do festival para o debate e a democratização da fotografia autoral brasileira”, avalia. Na edição deste ano, o festival recebeu inscrições de mais de 500 autores para duas convocatórias abertas ao público, com fotografias de todo Brasil. 


De acordo com o secretário de Cultura e Turismo de Tiradentes, Moisés Oliveira, o Festival de Fotografia dialoga de forma positiva com o conceito da cidade. “Tiradentes sempre acolheu e proporcionou belos registros aos fotógrafos. Nada mais justo que sermos sede desse evento que a cada ano tem se consolidado, trazido programações variadas e um público qualificado. É uma parceria bonita e que queremos que dure muito”, afirma.


Para 2019, a expectativa é ainda maior. “Queremos continuar na busca da consolidação da fotografia de qualidade no Brasil. Para o próximo ano, queremos continuar conquistando o país e trazendo novos fotógrafos para o cenário nacional”, conclui Moisés.

Sobre o Festival



Desde 2004, o projeto Foto em Pauta realiza em Belo Horizonte debates gratuitos e abertos ao público sobre o trabalho fotográfico brasileiro, além de possibilitar aos convidados conhecer a obra de grandes artistas e conversar com os próprios autores sobre a concepção do seu trabalho. Em Tiradentes, o Festival de Fotografia é realizado desde 2011 com a mesma proposta de divulgar a produção fotográfica brasileira e fomentar o desenvolvimento da linguagem artística no Brasil.

A realização do evento ganhou força graças à solidificação das parcerias com apoiadores e patrocinadores, bem como a colaboração dos fotógrafos envolvidos, que participam das exposições e ministram palestras e workshops. O Festival é realizado com os benefícios da Lei Federal de Incentivo à Cultura tem o patrocínio do Banco Itaú, e o apoio do Itaú Cultural, Sesi, UFMG e Fiat.

Nas redes sociais:

Facebook: www.facebook.com/fotoempauta/
Flickr: www.flickr.com/photos/fotoempauta/
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terça-feira, 13 de março de 2018

Exposição: Jamaica, Jamaica!

Mostra concebida pela Cité de la musique - Philharmonie de Paris, chega ao Brasil para ocupar o espaço expositivo do Sesc 24 de Maio.


A partir de 14 de março, o Sesc 24 de Maio, apresenta a exposição produzida e realizada pelo Sesc São Paulo concebida pela Cité de la musique - Philharmonie de Paris, Jamaica, Jamaica! que chega ao país vinda da instituição francesa, onde ficou em cartaz no ano passado.

A mostra, com curadoria do jornalista e diretor cinematográfico francês Sébastien Carayol, terá visitação até 26 de agosto.

Um panorama cronológico e histórico sobre a música jamaicana é demonstrado em oito núcleos, nos quais, em conjunto, traçam um olhar político, social e cultural, tendo a produção musical da ilha como fio condutor desta história, além das pesquisas realizadas pelo núcleo sobre a expansão da música jamaicana no Brasil – Maranhão, Bahia e São Paulo.

Ao ocupar o quinto andar do Sesc 24 de Maio, equivalente a 1.300m², a exposição pretende mostrar que o país caribenho, berço de uma das principais correntes musicais da segunda metade do século XX, tem mais do que reggae e seu ícone universal, Bob Marley.

Nesse contexto, Jamaica, Jamaica! busca reconhecer parte da história por meio do olhar para os conflitos e encontros pós-coloniais que levaram a um movimento musical único e universal. Para ilustrar a diversidade e patrimônio, a mostra reúne fotografias, capas de álbuns, instrumentos musicais, folhetos, materiais gráficos das festas de rua, documentos, áudios e imagens de coleções particulares e instituições.

Além dos acervos reunidos por Carayol, oriundos de acervos e coleções da Jamaica, Grã-Bretanha e França, a exposição no Sesc São Paulo conta com conteúdo especialmente pesquisado para esta montagem, reunido a partir da pesquisa de um grupo curatorial convidado, que apresenta desdobramentos e impactos da cultura da Jamaica no território brasileiro.

Objetos, documentos e imagens vindos do Maranhão, Bahia e São Paulo fazem parte do histórico brasileiro: São Luís, conhecida como a “A Jamaica Brasileira”; a região do Recôncavo baiano, onde se mantiveram as raízes jamaicanas tradicionais do rastafári, e em Salvador, onde houve grande influência do reggae na música local -particularmente no samba reggae e nos blocos afro; e São Paulo, com os bailes de Dancehall e Reggae da periferia ao centro da cidade, fortalecendo a cultura soundsystem local.

A exposição contará com uma vasta programação integrada, com cursos, palestras, encontros e oficinas e conta também com projeto educativo proporcionando visitas orientadas e ateliês no espaço da exposição.

A Exposição

A música da Jamaica pode ir além do que popularmente se conhece - como o reggae, o dub, o dancehall. A identidade musical desse país está intimamente ligada a fatos sociais e políticos e esse é um recorte possível de se vislumbrar na exposição Jamaica, Jamaica!

O que pode ser visto são as ramificações da música jamaicana, tão amplas quanto as do jazz ou do blues, e influências que remetem aos dias de escravização, como as formas tradicionais de canções e danças do período de colonização entre os séculos XVIII e XIX.

Já em 1950, as invenções sonoras, advindas dos guetos de Kingston, serviram de modo influente para uma série de questões desse universo, como as bases para parte dos gêneros musicais urbanos modernos e origem a termos da atualidade - como “DJ”, “sistema de som” ou “soundsystem”, “remix” e “dub”, por exemplo.

A exposição Jamaica, Jamaica! procura reconhecer essa história pelo prisma dos encontros e conflitos pós-coloniais que permitiram o protagonismo de Bob Marley, Peter Tosh, Lee Perry, King Tubby, Studio One, Alpha Boys School, Marcus Garvey etc., por meio de estilos musicais como burru, revival, mento, ski, rocksteady, reggae, dub e dancehall.


Rádio Jamaica


A exposição propõe uma experiência sonora que, assim como se conhece da Jamaica, pode enaltecer sentimentos. Para isso, uma estação de rádio foi pensada para ocupar o espaço expositivo durante o período da mostra, que poderá ser acessada pelo portal do Sesc São Paulo.

Em 1959, a primeira estação de rádio local que se tem conhecimento, a JBC - Jamaica Broadcasting Corporation -, fundada por um dos arquitetos da independência jamaicana, Norman Manley, tornou-se a primeira estação nas ondas da ilha a concentrar-se mais na música jamaicana do que no jazz americano e no rhythm and blues.

O rádio, então, se apresenta como uma fonte de orgulho para os jamaicanos, por ser o primeiro elo na cadeia de produção da indústria fonográfica: os shows de talentos ao vivo em rádio possibilitaram a criação do cenário e estabelecimento de uma indústria musical jamaicana.

Com esse recorte histórico, a Rádio Jamaica, se integra a exposição e apresenta uma série de músicas, sons e playlists, onde é possível trazer o próprio fone ou ouvir em diversos dispositivos eletrônicos.

Exposição “Jamaica, Jamaica!”

Curadoria: Sébastien Carayol
Núcleo de conteúdos brasileiros: Caio Csermak, Camila Miranda, Dj Magrão, Lys Ventura, Rodrigo Brandão e Stranjah
De 15 de março a 26 de agosto de 2018
Terça a sábado, das 9h às 21h - Domingos e Feriados, das 9h às 18h
SESC 24 de Maio
Rua 24 de Maio, 109, Centro SAO PAULO
Local: Espaço Expositivo (5º andar)
12 anos- Grátis

 
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